Luciano da Rocha Fogaça

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Estamos no mês de dezembro de 2016, algumas pessoas podem pensar que o ano acabou e não dá para fazer nenhuma mudança. Engano, pois toda hora é hora de mudar, de buscar melhorias, de crescer, de estudar, não deixe para o ano que vem o que você pode começar hoje.
Não crie o hábito de deixar para depois. Comece logo, saia da zona de conforto, deixe de se vitimizar e assuma suas escolhas, seus caminhos, erros e acertos, não coloque nos outros a culpa por você estar onde está.
(Psicólogo Luciano da Rocha Fogaça – 09/12/2016).

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1Retomando ao tema timidez, que pode ser entendida como um comportamento disfuncional e que afeta muitas crianças, jovens e adultos, dificultando aprendizagem escolar, relacionamentos amorosos e interpessoais, e também o desempenho profissional, já que uma pessoa tímida participa menos, interage menos, não tira suas dúvidas na escola, evita participar ou perguntar ao professor e aos amigos, instalando ao longo do tempo um processo de evitação de experiências novas. É fundamental para prevenir a timidez que os pais respeitem a individualidade dos filhos, não comparando com seu passado ou que é pior, comparar com outro irmão. Exemplo: seu irmão sempre foi bom em matemática, como você pode tirar uma nota dessa? Os pais devem respeitar os gostos, paladares, diversões, nenhuma criança é igual a outra e não vai ter gostos semelhantes.

Um outro ponto importante é que as crianças, adolescentes, jovens estão num contínuo aprendizado, e aprender é um processo de acertos e erros e se os pais forem muito exigentes ou controladores, onde só o que fazem está certo, dificulta o processo de aprendizagem. Não devemos esquecer que acertos e erros são fundamentais. Crianças muito exigidas, cobradas, reprovadas, perdem a coragem de arriscar. Pais que não aceitam os erros, criticando duramente os erros dos filhos, levam a criança a não aceitar seus erros, perdendo a liberdade de tentar. Timidez pode ser entendida também como a perda da vontade de arriscar ou de ter atitudes, e isso é muito prejudicial para qualquer pessoa. Crianças seguras e independentes serão muito mais felizes e com muito menos doenças! Que nosso futuro seja de pessoas extrovertidas, seguras e felizes.

Autor: Luciano da Rocha Fogaça – Psicologia Clínica

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43575a94bae175aa267cc2528ab4c262As pessoas são como a Fênix, que era  um pássaro lendário da mitologia grega, que morria, mas depois de algum tempo renascia das próprias cinzas. Assim como ela, encerramos ao longo da vida várias etapas, vários ciclos ou projetos, como por exemplo, o fim de um relacionamento,  demissão, perda de um companheiro ou companheira, perda de um ente querido, fim de uma amizade, mudança de emprego ou de cidade, etc.

E assim como a fênix, nesses momentos queimamos como brasa, com dor, com saudades, por medo ou insegurança, mas depois dessa fase, temos condição de renascer das cinzas e ter uma vida nova, com novas oportunidades e novas possibilidades. Quando não enfrentamos o fim, não vivemos a dor e o luto, não teremos oportunidade de nos renovar. Crescermos nas frustações, nos desafios, nas perdas, ali percebemos o quanto podemos mudar com a dor, o quanto somos forte.

É muito importante que o recomeço tenha uma direção e que ela seja a valorização pessoal, o crescimento emocional, intelectual e profissional. Não fique esperando o fim com medo de enfrentar o sofrimento, viva o presente, curta o máximo o que está fazendo ou  com quem está vivendo e se no futuro o fim chegar, viva ele também porque é o seu tempo presente e como a fênix renasça  para vida e para felicidade.

Autor: Luciano da Rocha Fogaça – Psicologia Clínica

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2516fd6cd58cbb56dfc79a8ab3cc9875Um sábado  atrás fui visitar um amigo que não encontrava há alguns anos, conheci sua casa e seu filho de aproximadamente  1 mês. Colocamos a conversa em dia, fiquei feliz em ver seu crescimento pessoal e profissional, acredito que ele também com meu.

Sai de lá me perguntando porque ficamos tanto tempo sem encontrar as pessoas especiais que encontramos na vida. Será que a correria do dia a dia realmente vale a pena, qual importância damos as relações que vivemos. E aí vem as perguntas, temos valorizado as pessoas especiais que fazem parte da nossa vida? Pais, mães, filhos, avós, tios, amigos, padrinhos, etc, tem conversado, procurado, abraçado, apertado a mão, perguntado como estão, o que tem feito?

É de suma importância aproveitar a cada momento que temos ao lado dos nossos familiares e amigos, fortalecer os  vínculos,  valorizar as relações familiares, amorosas, as amizades, dividir a nossa vida com as pessoas e relações que são boas para nós. É importante também dizer não para as pessoas e relações doentias, não saudáveis. Vamos abrir espaço para pessoas especiais, para momentos especiais e únicos e nos proteger das relações interpessoais que nos prejudicam.

Autor: Luciano da Rocha Fogaça – Psicologia Clínica