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Clínica Fogaça

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Como o nome diz é amor por si mesmo, ter um tempo para você mesmo, respeitar seus limites, fazer o que você gosta. Muitas pessoas acham que é egoísmo se colocar em primeiro lugar, mas não é. Ruim é fazer mal a nós mesmo só para agradar ao outro e assim nos tornamos pessoas infelizes.

A falta de amor próprio interfere muito na saúde psíquica, pois quem não se ama e não se cuida tende a se tornar infeliz, se machucar e viver a vida do outro. Precisamos primeiro nos amar, saber nossas habilidades e defeitos para depois amar o próximo.

Muitas pessoas se sentem culpadas quando dizem “não”, mas dizer “não” quando algo te desagradar é psicologicamente saudável, pois não podemos agradar o outro sempre e isto faz parte dos nossos limites.

A psicoterapia pode ajudar a analisar suas relações e seu amor próprio, analisar como estão suas rotinas, suas escolhas e quando não conseguir fazer algo que contribua para o amor próprio, o psicólogo irá investigar o que esta te travando e não deixando você se cuidar e fazer as coisas por você mesmo.

Que tal começar hoje mesmo a cuidar de seu amor próprio, caso não consiga se encontrar sozinho, procure um psicólogo, se precisar posso te ajudar.  

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É muito mais fácil julgar a vida das pessoas, apontar o dedo e dizer o que o outro tem que fazer, porém, mais difícil é ter empatia, saber se colocar no lugar do outro, entender sua dor, seu sofrimento e o porque a pessoa tomou tal atitude.

Muitas pessoas possuem comportamentos agressivos, irônicos, sarcásticos por um mecanismo de defesa, para não demonstrar o que realmente estão sentindo ou pensando.

E como ser empático com o outro?

O primeiro passo é parar de julgar, tentar imaginar porque aquela pessoa esta fazendo determinada atitude. Aprender a respeitar e tentar entender a situação, ou qual o momento de vida ela esta passando. Muitas vezes quando a pessoa grita, chora ou tem algumas atitudes que você pode não concordar, pode ser um pedido de ajuda, a forma que a mesma aprendeu a se defender.

O atendimento psicoterápico pode te ajudar e no psicodrama que é a minha abordagem de trabalho, utilizo muitas técnicas que ajudam o paciente a colocar-se no lugar do outro, uma das técnicas se chama inversão de papeis onde você realmente se coloca no lugar do outro e responde como se fosse ele, claro com  todo um preparo antes. Esta é uma técnica, mas existem muitas outras técnicas do psicodrama que contribuem para a empatia num processo de psicoterapia.

Se você tem dificuldade de entender o outro procure ajuda de um psicólogo.

Psicóloga Mariane Lemos Carara CRP 12/13078

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Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Dependência Química é definida como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância.

Não se pode afirmar que a dependência química tem cura. Apesar de ser considerada uma doença crônica, assim como a hipertensão e a diabetes, quando tratada pode ser controlada. 

Nem todo usuário de drogas é dependente, mas qualquer sujeito que utiliza drogas (lícitas ou ilícitas) pode se tornar um dependente.

Mas o que pode caracterizar a dependência a uma droga?

– Perda de controle do uso, em que o usuário tem dificuldade de interromper e ou cessar o consumo da(s) droga(s), comportando-se de maneira repetida e impulsiva;

– Desejo  incontrolável de usar a droga (fissura);

– Tolerância (necessidade de maiores doses/quantidades para sentir o mesmo efeito obtido anteriormente);

Sendo assim, por meio do foco na contemporaneidade, a abordagem utilizada para o tratamento da dependência química está diretamente relacionada com um modelo psicossocial de saúde. Em razão disso, tratar dessa questão implica levar em conta não somente o viés orgânico e psicológico, como também aspectos econômicos, culturais e sociais que são inerentes a esse fenômeno.

A Abordagem da Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), juntamente com suas técnicas, como Questionamento Socrático, Reestruturação Cognitiva e Roleplay, entre outras, tem-se mostrado bastante eficaz e apresentado resultados satisfatórios no diversos transtornos psiquiátricos, entre eles os Transtornos por uso de Substâncias.

Em sessão psicoterápica, na avaliação frente a um paciente que faz uso de substâncias, é importante que se avalie e se caracterize detalhadamente acerca do seu consumo. Com isso, questiona-se sobre drogas consumidas,  motivações do uso, padrão de uso, quantidade utilizada, efeitos obtidos e sentimentos decorrentes após o consumo.

Em psicoterapia, por meio de um ambiente colaborativo e acolhedor, o Psicólogo auxilia o paciente a encontrar e ou descobrir atividades que substituam o prazer proporcionado pela droga, que façam-no adquirir e aprender novos estilos de vida.

Você precisa de ajuda? Procure um Psicólogo especializado.

Cláudia Abraham

Psicóloga CRP 12/16995

  Consultora em Dependência Química

Clínica Fogaça Florianópolis

-Atendimento adolescentes, adultos e idosos-

Contato: (48) 3141-0006 / (48) 9 91818010


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O ataque a escola em Suzano tornou-se um assunto incessante e impossível de não ser falado.

Devemos falar mesmo, porque a única maneira de evitarmos que tragédias deste tipo continuem a acontecer é nos conscientizando da importância de falar, de buscarmos entendimento e informações.

A palavra é o único modo de elaborarmos. Com aquilo que vira palavra podemos fazer algo. Mas aquilo que não vira palavra, nos torna reféns dos acontecimentos.

Estamos nos tornando uma sociedade cada vez mais doente, com um estado emocional devastador.

As pesquisas apontam que nos últimos 15 anos, 1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental, um aumento de 43% no TDAH foi observado, um aumento de 37% de depressões na adolescência e 200% na taxa de suicídio em crianças de 10 á 14 anos.

E a culpa é nossa, como pais e sociedade. Quando alegamos que cuidar das emoções é desnecessário, quando consultamos médicos, dentistas e especialistas no mínimo uma vez ao ano e nos negamos a ir ao psicólogo porque é “coisa pra gente louca”.

Quando desvalorizamos os sentimentos e necessidades emocionais das crianças, porque criança não tem querer, e dos adolescentes porque são taxados de “aborrecentes”, os jogando cada vez mais para o mundo digital, onde não incomodam e não precisam lidar com frustrações.

Quando dizemos que na nossa época não existia bulygin e outras coisas mais, mas nos tornamos adultos inseguros, ansiosos, depressivos e dependentes de remédios para dormir.

Essa tragédia nos chama a atenção para o quanto estamos nos colocando emocionalmente disponíveis para os nossos filhos, o quanto estamos nos dedicando não somente a educação e necessidades básicas, mas principalmente a torna-los seres humanos felizes e saudáveis, amados e respeitados.

Muito importante também que você defina limites e não se esqueça de que você é o capitão do navio.

Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.

Camila Pastorini Psicóloga Clínica CRP 07/24495 (53) 99906-9241

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Um mês do ano novo se foi… E aí, você já mudou como gostaria?
São muitos os pensamentos: “Este ano vou levar academia à sério”, “em 2018 eu vou emagrecer”, “desta vez eu vou conseguir guardar dinheiro.”, “no próximo relacionamento eu vou fazer diferente”, “eu vou ler aquele livro”, e por aí vai.
Por que estamos sempre prometendo coisas as nós mesmo e muitas vezes furando essas promessas?
Boa parte da dificuldade em mudar está no peso que colocamos na mudança. Por vezes, a expectativa que temos sobre as coisas serem diferentes são tão grandes que chegam a nos paralisar. Afinal, mudar é talvez viver algo que ainda não conhecemos. Por isso, uma parte de nós quer mudar, mas a outra quer fazer as coisas exatamente do jeito que já faz há um tempo.
Mas a mudança pode acontecer de forma leve e definitiva se condicionarmos nossa mente para que seja assim. Uma boa ideia é aplicar a primeira Lei de Newton, ou princípio da inércia, que diz mais ou menos assim: um corpo em repouso, tende a permanecer em repouso, enquanto que um corpo em movimento tende a continuar em movimento. Logo, para que a mudança aconteça, é necessário dar um primeiro passo, ou seja, entrar em movimento.
Uma vez em movimento, é mais fácil que as novas ações continuem até se tornarem hábitos. E aí sim, a mudança realmente acontece. Eu sei que não é fácil! Existe uma parte nossa que acaba sempre nos sabotando. E essa parte, às vezes, nem conseguirmos conhecer direito ou saber porque faz isso. É como Newton já dizia: “o que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”.
Saber o que está em nossa mente é o caminho mais garantido de conseguir mudanças definitivas e alcançar aquelas metas que tanto queremos. Permita-se conhecer o melhor de você e fazer diferente este ano! Estamos aqui para lhe ajudar com seus objetivos e mudanças em sua vida, com nosso programa de Life Coaching com Núbia Bitencourt. Faça contato e saiba mais.

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A importância da alimentação nas diferentes fases da vida

Gestação

Nesta fase super importante as recomendações nutricionais consideraram as necessidades específicas de cada mulher, fundamentais para o desenvolvimento intra-uterino da criança, evitando o ganho de peso insuficiente e, consequentemente, o baixo peso ao nascer, partos prematuros e riscos no momento do parto. Pode se prevenir  também risco de sobrepeso (associado à pressão alta e eclampsia), bem como o diabetes gestacional e a anemia. As principais queixas (como náuseas, vômitos, azia etc…) pode ser amenizada ou melhorada com a orientação nutricional, que é indispensável para uma gestação mais saudável e tranquila para as mamães de plantão. Durante a lactação (período de amamentação), as necessidades nutricionais também merecem especial atenção, pois a nutriz precisa de mais energia, proteínas, vitaminas e minerais para manter sua saúde e produzir leite com qualidade e em quantidade suficiente para a saúde do  bebê.

Bebês (até 2 anos)

Recomenda-se o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida de modo a garantir proteção à saúde da criança. Como forma complementar de alimentação, o aleitamento deve seguir até os 2 anos. Nesta fase, os hábitos alimentares estão em construção, sendo fundamentais ações e orientações aos pais que estimulem o consumo de alimentos variados, dos diferentes grupos alimentares. É comum observar nas crianças uma falta de apetite, especialmente durante as refeições básicas (almoço e jantar), devido ao fácil acesso às guloseimas (balas, biscoitos, refrigerantes) e à alta incidência de infecções e verminoses. Desta forma, as crianças correm um maior risco de desenvolver doenças crônicas, como por exemplo diabetes, obesidade, devido a alimentação inadequada e exagerada em alimentos ricos de açúcares, gorduras e produtos industrializados. Sendo assim, a alimentação oferecida nos diferentes ambientes que a criança frequenta – creches, escolas, locais de lazer – deve ser sempre monitorada para garantir que ela tenha acesso a uma alimentação saudável.

Nutricionista Clínica Maiara Cristina – CRN10/6236

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Escolares (2 a 12 anos)

Nesta fase, as crianças já são capazes de escolher seus próprios alimentos, quando bem orientadas e estimuladas, normalmente, sentem apetite a toda hora. Por estarem em fase de crescimento, as exigências nutricionais dos escolares são altas, com especial atenção às necessidades hídricas (de água), pois o corpo das crianças pode ficar desidratado rapidamente, as vitaminas e minerais. A merenda escolar assume uma grande importância e deve ser constituída de alimentos saudáveis (frutas, verduras, leite, etc…). Como os hábitos alimentares ainda estão em construção, o consumo de alimentos industrializados (biscoitos, salgadinhos tipo chips, refrigerantes, chocolates, balas, sorvetes, etc…) deve ser reduzido e até desestimulado com maior freqüência.

Adolescentes (12 a 20 anos)

É neste período que o crescimento físico fica mais acelerado – acompanhado da maturação sexual e mental entre os adolescentes, sendo assim, as necessidades energéticas e nutricionais são altas. Como já são bastante independentes, os adolescentes costumam selecionar alimentos de baixo valor nutritivo e alta densidade calórica (alimentos industrializados, sanduíches, frituras, doces, refrigerantes, etc…). Nesse período, algumas questões merecem atenção especial, como os riscos de transtornos alimentares (anorexia, bulimia e compulsões), o baixo-peso, o sobrepeso, a obesidade, a anemia e a gravidez na adolescência, que, por sua vez, aumenta o risco de partos prematuros e crianças com baixo peso ao nascer.

Nutricionista Clínica Maiara Cristina – CRN10/6236

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Adultos (20 a 60 anos)

A alimentação adequada do adulto é fundamental para a manutenção da saúde e do peso corporal, evitando o surgimento de doenças como diabetes, hipertensão, entre outras e além de carências nutricionais. Os requerimentos energéticos são estimados levando em consideração a prática de atividade física, a massa corporal e a idade, bem como o estado fisiológico (presença de patologias e gravidez ou lactação, no caso das mulheres).

Terceira Idade (a partir de 60 anos)

Os idosos nesta fase apresentam falta de apetite e baixo consumo de alimentos, o que pode ser corrigido com a oferta de alimentos com alta densidade energética (mais calóricos) e bem temperados. As dificuldades de mastigação, deglutição e digestão podem ser corrigidas com a oferta de alimentos com a consistência modificada (pastosa, branda, etc..) em refeições pouco volumosas, sempre analisando a necessidade de cada indivíduo. Podem surgir restrições de ordem médica, devidas à presença de algumas patologias (diabetes, hipertensão, insuficiência renal, cardiopatias, etc…), que precisam ser consideradas durante o planejamento alimentar.

Nutricionista Clínica Maiara Cristina – CRN10/6236

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Como um processo de descoberta de si e da ampliação das inúmeras possibilidades dentro do mundo do trabalho, a orientação profissional e vocacional, de formas amplas, têm como propósitos finais fortalecer o estudante para a escolha profissional.

Quando falamos de Orientação Profissional logo nos lembramos de uma pessoa ou de um grupo de pessoas na iminência da escolha da carreira profissional e, geralmente, jovens adolescentes. Jovens esses às vésperas de fazer uma das escolhas mais importantes da sua vida: a carreira a seguir, a área de estudo sob a qual se dedicarão muitas e muitas horas, muitos e muitos anos.

Como um processo de promoção do autoconhecimento, pensar orientação profissional, é também pensar além na escolha da profissão,é pensar também no estilo de vida a seguir, nos ambientes que serão frequentados, nas pessoas com as quais conviveremos em decorrência desta escolha, no projeto de vida, nas nossas vontades e habilidades, por exemplo.

Muitas são as possibilidades, muitas são as exigências, muitos são os conflitos internos, muitas são as indecisões, os medos, as dúvidas. Muito vasto é o mercado de trabalho, as várias carreiras, os vários campos de atuação profissional.

E é no papel de facilitador que entra o trabalho do orientador profissional e de uma boa orientação profissional: no processo de proporcionar autonomia para a escolha, o autoconhecimento, de esclarecer dúvidas sobre as profissões e afastar possíveis fantasias que possam haver acerca das carreiras, ou as possíveis influencias que a família pode oferecer. É sustentar a construção conjunta de um caminho para a tomada de decisão para a direção da carreia a seguir.

Cabendo então ao psicólogo auxiliar a pessoa em sua escolha, sem interferir, somente facilitando o processo de decisão, deixando que a pessoa descubra seus próprios caminhos, auxiliando com seu olhar humanizado e com sua lente de ver a pessoa como um ser contextualizado, de um sujeito como um organismo e em relação com o mundo, fazendo com que a própria pessoa descubra seus possíveis caminhos.

Taís Isabel Dutra

Psicóloga – CRP 12/09076

 

 

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Estamos no mês de dezembro de 2016, algumas pessoas podem pensar que o ano acabou e não dá para fazer nenhuma mudança. Engano, pois toda hora é hora de mudar, de buscar melhorias, de crescer, de estudar, não deixe para o ano que vem o que você pode começar hoje.
Não crie o hábito de deixar para depois. Comece logo, saia da zona de conforto, deixe de se vitimizar e assuma suas escolhas, seus caminhos, erros e acertos, não coloque nos outros a culpa por você estar onde está.
(Psicólogo Luciano da Rocha Fogaça – 09/12/2016).